A comunidade virtual consiste num
espaço de interação, ou seja, a sociedade inserida num contexto digital, onde
grupos humanos mantem relações “diretas” a partir da utilização da rede mundial
de computadores. Atualmente verifica-se que o recurso mais próximo a esta noção
de comunidade virtual seja o Facebook – a mais difundida rede social do mundo.
Entretanto, essa ferramenta é significativa ao processo de ensino-aprendizagem?
Se tomadas devidas precauções é possível apropriar-se deste recurso na
aprendizagem, todavia, como já destacado com muita cautela, pois de maneira geral
sua utilização é feita com fins de entretenimento.
“As comunidades virtuais de
aprendizagem priorizam a interação social, a aprendizagem colaborativa e o
trabalho cooperativo. Nesta perspectiva, a própria comunidade se legitima, por
constituir-se a partir de afinidades de interesses, de conhecimentos, de
projetos mútuos e valores de troca, estabelecidos no processo de cooperação.
Nestas comunidades há a oportunidade de uma aprendizagem ativa, onde o indivíduo
tem papel principal na construção de seu conhecimento, quando este cria significados
por meio de vivências, exploração, manipulação e interação” (SIHLER, S/D:5)
O facebook pode ser utilizado por
um professor como canal para difusão de materiais sobre determinado conteúdo,
espaço para desenvolvimento de fóruns onde a participação de cada sujeito é
feita de forma democrática – a partir da emissão de seus pensamentos, dúvidas e
anseios bem como divulgador dos possíveis trabalhos produzidos pelos discentes.
Assim, essa rede torna-se um membro escolar fora da escola, contextualizando o
papel da escola e do professor frente a um mundo extremamente globalizado e
tecnicista informacional.
Referência: SIHLER, Pereira
Anelise. Comunidades Virtuais:
Aprendizagem Colaborativa.
Disponível em:
http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C816A2E7311D1012FBCBD791155E0/2011_comunidades_virtuais.pdf
Fonte da imagem: http://ffapca.blogspot.com.br/
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